Espalhe Maravilhas – A História

Uma maré de sorte entrou pela janela do meu quarto. Dizem as (boas) línguas que um passarinho me esperou abrir as cortinas e olhar pro céu. (foi nessa hora que ele entregou uma caixinha de sorte pra mim).

O bom é que eu não precisei guardar um trevo de 4 folhas dentro da carteira, analisar o pouso de uma borboleta em minha roupa, muito menos fazer um pedido quando visse uma estrela cadente. E acreditem, dessa vez eu nem precisei ler a previsão do mês pra Sagitário. Às vezes a gente só precisa dispensar a previsão. Na verdade, naquela caixinha de sorte, não havia sorte nenhuma. Haviam oportunidades.

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Sobre Andrea Maia

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